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quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Bordar as identidades das mulheres no encontro do grupo Poética da Construção
sexta-feira, 10 de junho de 2016
em sete, talvez em oito, de junho de dois mil e dezesseis, tentando dormir
dedica-se aos lábios como a mão que veste tão perfeitamente a luva...
logo, alívio, sorriso e lágrimas na penumbra.
logo, alívio, sorriso e lágrimas na penumbra.
domingo, 10 de abril de 2016
poema ao pernilongo
Escutando o zumbido,
meio desperta, meio dormindo.
Sinto que existo
apenas esperando a morte chegar,
a minha ou a dele.
Imperceptível o tempo
tal qual
a sustentação quase invisível
deste que suga a vida,
não tanto pelo sangue
mas pelo sono que me tira.
Três da manhã, quem dera,
olhos cobertos, rumo a imagens incertas,
cerimônia de sossego ao corpo.
Em vez de sonho, celofane levita pernas longas.
Pequeno corpo,
listras, picadas,
sob a minha vista cansada.
Sacudo, acudo em vão
o meu sono, a cada vôo
deste intruso.
meio desperta, meio dormindo.
Sinto que existo
apenas esperando a morte chegar,
a minha ou a dele.
Imperceptível o tempo
tal qual
a sustentação quase invisível
deste que suga a vida,
não tanto pelo sangue
mas pelo sono que me tira.
Três da manhã, quem dera,
olhos cobertos, rumo a imagens incertas,
cerimônia de sossego ao corpo.
Em vez de sonho, celofane levita pernas longas.
Pequeno corpo,
listras, picadas,
sob a minha vista cansada.
Sacudo, acudo em vão
o meu sono, a cada vôo
deste intruso.
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